Estrutura do GAFFFF Sorriso ganha forma e entra na etapa decisiva de montagem
Zika cresce mais de 160% em Mato Grosso
Até o momento são 806 casos a cada 100 mil habitantes
Até o momento, foram notificados em Mato Grosso 24.369 casos de zika, o que corresponde a um aumento de 162% do total do ano de 2015. Isso representa 746 registros a cada 100 mil habitantes e coloca o estado em situação de alerta quanto ao índice da doença.
Em se tratando do número de notificações da dengue o total é de 26.326, enquanto a febre chikungunya são 1.410 casos (aumento de 334% do total anual do ano passado). Os dados constam no último relatório epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Apesar do crescimento dos casos de zika ter apresentado uma leve estagnação nos últimos meses, ainda é considerado alarmante e, segundo a SES, requer atenção especial dos municípios na prevenção contra a proliferação do Aedes aegypti.
Segundo a pasta, os municípios que ainda apresentam-se silenciosos para zika em 2016 são Glória D’Oeste, Indiavaí, Gaúcha do Norte, Santo Afonso, Canabrava do Norte, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha, São José do Xingu, Vila Rica, Alto Araguaia, Ponte Branca, Castanheira, Cotriguaçu, Vale de São Domingos e União do Sul.
Quanto às notificações de dengue, até o momento são 806 casos a cada 100 mil habitantes. A comissão de investigação de óbitos vem monitorando 45 casos, sendo 15 notificações de óbitos por dengue. Destes, cinco foram confirmados. No mês de setembro houve notificações em Rio Branco com dois casos, e Tangará da Serra e Matupá que tiveram uma notificação cada.
Ainda de acordo com o boletim, as cidades de Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Indiavaí, Santa Terezinha, Conquista D’Oeste e Figueirópolis D’Oeste não registraram notificações de dengue.
Já em se tratando da febre chikungunya, o número de casos notificados neste ano é 1.410. A incidência acumulada é de 43 casos por 100 mil habitantes.
No mês de setembro, os municípios que apresentaram ocorrência dos casos da febre foram Matupá, com uma notificação, Campo Novo do Parecis, Cuiabá e Rio Branco com um caso cada um.
A SES informa que no “Período Não Epidêmico” as ações de mobilização, comunicação e educação em saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar para preservar da infestação por Aedes Aegypti.