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Secretaria de Sorriso não adota utilização de planta na eliminação do aedes aegypti
Município trabalha no sentido de eliminar ou tratar o maior número de larvas encontradas nos depósitos
A utilização da planta crotalária (Crotalária juncea), como uma forma complementar de eliminação do aedes aegypti não teve continuidade no Município e nem o Estado a adotou como oficial, porque não é exatamente a planta que elimina as larvas do aedes, mas sim a libélula que passa por três fases do ciclo de vida: o ovo, a ninfa e o adulto.
A maior parte do ciclo de vida de uma libélula é vivida no estágio de ninfa, dentro da água que deve ser limpa e livre de impurezas.
Em Sorriso, a Secretaria informou que trabalha no sentido de eliminar ou tratar o maior número de larvas sendo elas encontradas nos depósitos tipo B: vasos, pratinhos, baldes, tanques, brinquedos em uso, dentre outros e depósito D2: resíduos sólidos que podem ser desprezados.
"Portanto não há condições necessárias para a que libélula complete seu ciclo de vida. Se essa experiência tivesse tido sucesso com a eliminação de larvas e com consequente diminuição do índice, com certeza não só o Município, mas todo o Estado de Mato Grosso estaria utilizando esta forma complementar de controlar/combater o aedes aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika", declarou.