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Dilma propõe ao Congresso criação da Universidade Federal de Rondonópolis
Projeto de lei proporá a construção de novas universidades federais
A presidente Dilma Rousseff assinou, nesta segunda-feira (9), em uma cerimônia no Palácio do Planalto, uma mensagem que será enviada ao Congresso Nacional propondo a criação de cinco novas universidades federais, entre elas a Universidade Federal de Rondonópolis, onde hoje esta instalado o campus da Universidade Federal de Mato, UFMT.
Segundo o Ministério da Educação, a mensagem presidencial tramitará no Legislativo como projeto de lei. Para que as instituições universitárias saiam do papel, será necessário a proposta ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado e, posteriormente, sancionada pela Presidência da República.
Ainda de acordo com o MEC, o projeto de lei proporá a construção das novas universidades federais nos municípios de Catalão e Jataí, em Goiás, Delta do Parnaíba, no Piauí, Araguaiana, e em Tocantins.
No evento de anúncio da proposta, a presidente afirmou que as universidades vão ajudar a interiorizar o ensino superior no país.
"Essas cinco universidades completam imenso esforço que fizemos para interiorizar universidades no nosso país (...) Isso é importante, faz parte de algo fundamental, que é democratizar o acesso à universidade pública no Brasil", afirmou a presidente.
A proposta de criação das novas universidades federais faz parte de uma série de medidas que Dilma pretende anunciar antes de o Senado votar no plenário, provavelmente nesta quinta (12), o relatório da comissão especial que recomenda o impeachment da presidente da República. Se a maioria dos senadores presentes à sessão votar favoravelmente à instauração do processo, Dilma será afastada do cargo por até 180 dias para ser julgada pelo Senado.
Nos últimos dias, a petista já anunciou a liberação, por meio do Plano Agrícola e Pecuário, de de R$ 202,8 bilhões para produtores rurais; o início da operação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte; a liberação, por meio do Plano Safra, de R$ 30 bilhões ao setor agropecuário; a construção de 25 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida por meio de movimentos sociais e sindicatos; o reajuste médio de 9% nos pagamentos do programa Bolsa Família; e o envio ao Congresso do projeto de correção de 5% da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física a partir de 2017.