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Sorriso: sede de projeto social é atacado por vândalos
Esse é o terceiro caso em poucos dias
Ambiente bagunçado, armários remexidos, frutas pisoteadas no chão, equipamentos como caixa de som, computadores, máquina fotográfica, e até alimentos levados. Assim foi encontrada, na manhã de ontem (17), a sede do Projeto AABB Comunidade, que funciona na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Sorriso. O projeto, fruto da parceria entre a Administração Municipal e a Fundação Banco do Brasil, tem como objetivo o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes dos 8 aos 18 anos.
Mesmo tendo como objetivo promover resgate social e de ofertar benefícios a toda comunidade, o local não foi poupado em mais uma ação de vandalismo. Exemplos semelhantes são a depredação da iluminação pública na Área Verde Central com quebra de lâmpadas e furto de cabos; e a invasão ao Miniestádio Alex Sandro Timóteo, do bairro São Domingos. Todos estes atos de vandalismo foram registrados entre o fim de semana e ontem.
“É lamentável constatarmos estas ações contra locais que têm como principal meta o atendimento à população com projetos sociais, esportivos, e principalmente, com a segurança de todos nós, como no exemplo das lâmpadas”, destaca secretária de Administração, Marilene Felicitá Savi.
Para sanar somente o problema da Área Verde, 91 lâmpadas tiveram de ser substituídas, recurso que poderia ter sido investido em outros setores. No caso da AABB Comunidade, o atendimento está mantido para os alunos, mas sem todos os recursos necessários. Uma das grandes perdas foi um HD com informações importantes sobre o projeto. “Estou contando com a ajuda de todos no sentido de informar à polícia se souberem de qualquer pista, pois estes equipamentos são indispensáveis para o bom funcionamento do projeto”, explica Celina Sidon, que coordena o AABB Comunidade.
É justamente o apoio da população que a Administração busca para coibir ações como esta. “Verificamos uma onda de vandalismo que vem prejudicando a própria população, por isso, caso alguém testemunhe uma ação dessa natureza, que entre em contato com a Polícia e relate a situação, mesmo que seja de forma anônima, para que estas pessoas possam ser identificadas e detidas”, solicita Marilene.