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Médico rebate casal e afirma que gravidez não existiu
Homem e mulher registraram boletim de ocorrência sobre suposto desaparecimento de recém-nascido
O médico Alencar Farina, proprietário do Hospital Santa Rita, em Várzea Grande, rebateu a denúncia feita por um casal sobre o suposto desaparecimento do filho recém-nascido na unidade, na terça-feira (3). E afirmou ainda que a mulher “não estava grávida e não esteve grávida nos últimos 30 dias”.
O casal registrou um boletim de ocorrência sobre o caso na Central de Flagrantes da cidade, na quarta-feira (4).
“Essa paciente foi atendida aqui no final do ano passado, do dia 29 para o dia 30. Ela disse que estava grávida de 9 meses e sentia fortes dores na barriga. Imediatamente ela foi vista pelo médico plantonista, que a medicou e pediu um teste de gravidez e uma ultrassonografia. Os dois deram negativos”, disse Farina.
Conforme o médico, na última segunda-feira (2) ela retornou à unidade alegando, desta vez, que estava de sete semanas e perdendo sangue.
“O plantonista imediatamente a internou, medicou e pediu novamente uma ultrassonografia e um teste de gravidez. E, de novo, os dois deram negativos. Foi acionado um ginecologista, que a examinou e constatou que não havia bebê. Ela não estava grávida e não esteve grávida nos últimos dias 30 dias”, afirmou Farina.
O médico disse que tem cópia de todos os exames comprovando que a mulher não estava grávida.
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Conforme ele, os documentos serão levados para Delegacia da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, que irá investigar o caso.
Farina acredita ainda que o casal mentiu que esteve no Hospital Jardim Cuiabá após receber alta do Santa Rita. Na unidade da Capital, o casal afirmou no B.O., que uma equipe médica constatou que a mulher teve um parto forçado.
“Ela tem Unimed e aqui no site não consta que foi atendida no Hospital Jardim Cuiabá”, pontuou Farina.
A reportagem telefonou para o Hospital Jardim Cuiabá, mas foi informada que o responsável que poderia dar alguma informação não estava na unidade.