Motorista de Land Rover é preso após acidente que matou criança de 4 anos em Sorriso
Malouf diz não ter fechado delação e analisará processo para buscar liberdade
Em nota, empresário contesta declarações
Em nota à imprensa, o empresário Alan Malouf se posicionou há pouco sobre a sua prisão preventiva decretada na terceira fase da "Operação Rêmora" denominada de "Grão Vizir". Ele já se apresentou à juíza Selma Rosane Santos Arruda e foi encaminhado ao (Setor de Operações Especiais) do sistema penitenciário do Estado.
Segundo o empresário, desde a primeira vez que teve seu nome citado nas investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) acusado de participação de corrupção na Secretaria estadual de Educação, ele se colocou a disposição "para prestar os devidos esclarecimentos".
Ele foi denunciado pelo empresário Giovani Guizardi de receber 50% da propina arrecadada num esquema de extorsão de empresários que detinham contratos com a pasta, sendo que metade seria repassada ao deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa.
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Guizardi ainda apontou Malouf como financiador de um caixa dois de R$ 10 milhões na campanha do governador Pedro Taques (PSDB) em 2010. Na nota, o dono de buffet disse que se apresentou de forma espontânea, sendo levado ao SOE para não ter contato no Centro de Custódia de Cuiabá com outros dois presos pela mesma investigação que estão no local e são o ex-secretário Permínio Pinto Filho e seu ex-assessor especial, Fábio Frigeri.
Nota
Sobre a operação "Grão Vizir" realizada nesta quarta-feira (14), que teve como alvo o empresário Alan Malouf, esclarecemos que desde o primeiro momento em que seu nome foi citado nas investigações da operação "Rêmora", o empresário informou às autoridades que estava à disposição para prestar os esclarecimentos devidos.
Assim que tomou conhecimento oficialmente da operação, Alan se apresentou espontaneamente ao juízo da 7ª Vara Criminal e reiterou a disposição de colaborar na elucidação dos fatos.
Ratificamos ainda que não existe nenhum acordo de colaboração premiada sendo elaborado, conforme noticiado pela imprensa.
A defesa do empresário aguarda ter acesso aos autos para tomar as medidas cabíveis e entrar com o pedido de liberdade.