Colisão frontal entre carreta e picape deixa dois mortos na BR-163 em Sorriso
Lafin anuncia que consórcio só assumirá gerência do Hospital Regional após quitação de débitos
Prefeitos da região organizam caravana para pressionar governador
O prefeito de Sorriso e dos demais municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Teles Pires se reuniram, nesta manhã (7), na Câmara de Vereadores, para discutirem a situação insustentável do Hospital Regional de Sorriso (HRS).
Em entrevista coletiva, o chefe do Executivo sorrisense, Ari Lafin (PSDB), anunciou que o Consórcio só assumirá a administração do HRS após o Governo do Estado quitar os débitos em aberto, que somam quase R$ 9 milhões. “Não tem como o Consórcio assumir perante tantas dívidas e com o quadro clínico desanimado. A estrutura também está sucateada”, frisou.
Além dos representantes do Poder Executivo, vereadores também participaram da reunião, onde foi decidida que uma caravana de políticos irá à capital para pressionar o governador, Pedro Taques (PSDB), a apresentar uma planilha orçamentária para manter o Hospital Regional de Sorriso com datas que realmente propiciem os pagamentos saírem do papel.
Os prefeitos da região devem ir a Cuiabá na próxima semana (em data a ser definida). “Vamos sentar com o Governo e montar uma agenda de trabalho com resultado financeiro efetivo. Não podemos mais aguardar. E sozinho eu já percebi que nós não vamos longe. Mas com a união de toda a força dos demais municípios, que soma praticamente 425 mil habitantes, mostra que a região deve não ser respeitada apenas pela produção agrícola”, disse Ari Lafin.
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O prefeito de Sorriso foi eleito presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Teles Pires no início de janeiro. Mas a entidade só pretende assumir a gestão do HRS após os débitos serem quitados. Enquanto isso, o período de transição administrativa não foi iniciado. A previsão é de que esse procedimento seja finalizado em abril.
“Mas se não tiver em dia as questões trabalhistas principais não há condições de o consórcio assumir. O Governo se mostrou interessado em resolver o problema, mas apresentou dificuldades financeiras. Só que precisamos sentar com o governador e convencê-lo de que é preciso achar uma maneira de priorizar a saúde de Mato Grosso. Não podemos perder vidas”, frisou.
Confira AQUI a reportagem completa no Cidade Alerta, programa da TV Sorriso (Record).