Pela primeira vez, os pesquisadores da Fiocruz encontraram o zika vírus ativo, com potencial de infecção, em amostras de saliva e urina de pacientes.
Os pesquisadores da Fiocruz ressaltaram que as atuais evidências não apontam para riscos maiores de que as pessoas sejam contaminadas pela saliva, mas recomendou cuidados com compartilhamento de talheres e o beijo em caso de o parceiro apresentar sintomas da doença.
Pesquisadores encontraram o vírus ativo na urina e na saliva dos pacientes, mas não sabem ainda se ele se reproduz, por exemplo, nas vias respiratórias.
“Vamos apostar que não seja possível. Há também algumas formas de que a presença, através de uma porta de entrada, por exemplo, de uma gengivite, de um ferimento, poderia chegar através, aí sim, do sangue, chegando ao um processo da corrente circulatória e vir a atingir a situação de manifestações gerais que são essas que a gente conhece: prurido, febre baixa e nas gestantes podendo chegar às consequências mais graves", fala o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.