Ari Lafin entra no grupo dos 22 nomes mais lembrados para a Assembleia Legislativa em Mato Grosso
Cuiabanos protestam contra nomeação do ex-presidente
Grupo se reuniu em frente à Praça do Choppão e pediu a saída de Dilma Rousseff
Manifestantes se reuniram na noite de ontem (16) na Praça Oito de Abril, em frente ao restaurante Choppão, para protestar contra a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil. Houve protestos semelhantes em outras capitais do País, como São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.
O ato foi organizado pelas redes sociais e até as 20 horas contava com a participação de cerca de 200 pessoas, segundo policiais militares ouvidos pela reportagem.
A exemplo do que aconteceu no evento de domingo, o grupo também se vestiu de verde a amarelo e carregava faixas de protesto. Uma delas dizia: “Pela Democracia – somos contra a ditadura e a intervenção militar”.
A faixa foi produzida em conjunto pelos movimentos Vem Pra Rua, Muda Brasil, Pela Ordem e a Maçonaria.
Os manifestantes ocuparam uma parte do prolongamento da Avenida Getúlio Vargas em frente ao restaurante, gritando palavras de ordem, como: “Lula cachaceiro, devolva meu dinheiro” e Fora PT e leve o Lula com você”.
O ato ainda teve a presença do boneco Pixuleco, que reproduz a figura do ex-presidente vestido com roupa de presidiário.
O trânsito permaneceu com apenas meia pista em vários momentos. Após as 21h, a avenida chegou a ser fechada completamente.
“Estamos protestando contra a falta de seriedade na coisa pública. Você pegar uma pessoa que foi acusada, denunciada, e colocar como ministro chefe da Casa Civil, o ministério mais importante do País... Não foi por interesse público. É para proteger uma pessoa que responde a diversas acusações", afirmou um dos manifestantes.
O ato foi acompanhado por cerca de 20 policiais militares que ficaram do outro lado da rua apenas para manter a ordem no trânsito e evitar que houvesse confusão.
Muitos frequentadores do Choppão preferiram permanecer em suas mesas, mas de lá deram apoio ao grupo. Motoristas que passavam pelo local buzinavam em sinal de aprovação ao movimento.