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Calor vai ficar cada vez mais forte, espalhar doenças e provocar mortes
Estudo divulgado nos EUA afirma que temperaturas extremas vão provocar cada vez mais estragos
Um estudo divulgado esta semana, nos Estados Unidos, afirma que as temperaturas extremas vão provocar cada vez mais estragos e mortes no Hemisfério Norte. Mais de cem especialistas em clima e saúde de oito agências do governo trabalharam nas pesquisas.
A Casa Branca publicou um relatório que aponta que as mudanças climáticas podem ser uma ameaça à saúde pública.
A estimativa é de que, em 2030, aumente em 11 mil o número de pessoas que morrem de calor, porque o corpo não consegue regular a temperatura.
E à medida que os padrões de temperatura mudam, mudam também as populações de animais que transmitem doenças, como os mosquitos, por exemplo.
Acordo
Mais de 120 países já manifestaram a disposição de assinar o acordo da Organização das Nações Unidas de Combate às Alterações Climáticas, afirmou a ministra da Ecologia francesa, Segolene Royal, nessa quarta-feira (6). Para ela, a força do apoio significa que o acordo alcançado em Paris, em dezembro último, pode ser ratificado em Nova York em 22 de abril.
Quase 200 governos chegaram a um acordo em dezembro, que estabelece a meta de limitar o aquecimento global “bem abaixo” dos 2 graus Celsius (2ºC) em relação aos níveis pré-industriais.
“Tinha estabelecido o objetivo de 100 assinaturas, mas já estamos acima das 120”, afirmou Royal, durante entrevista em Paris.
O acordo porém só entra em vigor quando for ratificado por um mínimo de 55 países responsáveis por pelo menos 55% das emissões globais de gases de efeito estufa.
A Casa Branca garantiu, na semana passada, que os Estados Unidos, como a China, estarão entre os países que vão assinar o acordo em Nova York.
A União Europeia também já concordou, em março, em assinar, tal como a Índia, acrescentou Royal.
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