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Equipe com mais de 60 policiais tentam prender o suspeito "Marquinhos"
Apesar de uma grande força-tarefa da segurança pública estar mobilizada em Sinop (500 quilômetros ao norte de Cuiabá), nesta sexta-feira (3) entra no quinto dia a perseguição ao assaltante acusado de matar, na última segunda-feira (30), durante um assalto, o soldado da Polícia Militar, Fábio Zampirão, 31.
Equipe com mais de 60 policiais ainda não conseguiu prendê-lo.
Saiba mais:
Acusado de matar policial já foi preso por sequestro
Na cidade, o assaltante está sendo chamado de "magaiver", em referência ao personagem MacGyver da série da televisão da década de 80 e 90, que, em situações extremas, como descer um arranha-céu usando um barbante, acabava sempre se safando.
Sobre as dificuldades em prender o assaltante, que teria o apelido de "Marquinhos", pesa o fato dele já ter sido fichado por sequestro, conforme noticiou o site Só Notícias, de Sinop, e experiência em crimes. Além disso, ele foi criado próximo ao local onde está embrenhado, uma área extensa de mata amazônica, cortada pelo rio Azul, a cerca de 10 quilômetros da cidade de Cláudia (620 quilômetros ao norte da capital), na divisa com Sinop, na MT-423.Na cidade, o assaltante está sendo chamado de "magaiver", em referência ao personagem MacGyver da série da televisão da década de 80 e 90, que, em situações extremas, como descer um arranha-céu usando um barbante, acabava sempre se safando.
O helicóptero da Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopae) da Polícia Militar sobrevoa a área e barco do Corpo de Bombeiros fez buscas pelo rio Azul. Mas até agora nada.
A polícia está com barreiras em pontos estratégicos e mantém as buscas para pegar o criminoso que está com uma pistola.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, questionado sobre a dificuldade de prender o foragido, mesmo com mais de 60 homens atrás dele, ameniza. "Ao meu ver a situação já está controlada e eu estou cuidando dos outros assuntos da pasta", resumiu.
O comandante da Polícia Militar em Sinop, Valter Razera, não atendeu aos telefonemas, na manhã desta sexta-feira.
Já o delegado regional, Sérgio Ribeiro, atendeu o Gazeta Digital e também resumiu. "Estamos mexendo (no caso), mais ainda não distribuí", respondeu, ao ser questionado sobre o inquérito das oito mortes sequenciais, registradas na cidade, nas 48 horas após a morte do soldado.
Zampirão reagiu ao assalto, anunciado por dois criminosos, na casa dele, dentro do condomínio, no residencial Florença. Levou um tiro e morreu.
Um dos acusados do latrocínio foi perseguido e baleado minutos depois. Já "Marquinhos" entrou em uma área também de mata urbana e chegou a voltar ao mesmo condomínio, entrando em outra casa, rendendo dois homens, amarrando-os, comendo e roubando uma moto, com a qual continuou a fuga.
Nestes cinco dias de buscas, chegou a trocas tiros com a polícia por duas vezes, mas escapou.
O promotor que acompanha o caso Carlos Henrique Richter também não se pronunciou, mas o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, assegurou na quarta-feira (01), que o Ministério Público do Estado de Mato Grosso vai acompanhar os trabalhos da Polícia Civil nas investigações referentes aos homicídios ocorridos em Sinop.