Mulher que sofreu graves queimaduras em acidente doméstico morre após quase três semanas internada
Terceira tentativa de rapto de criança faz CGCO entrar nos casos
Gerência de Combate ao Crime Organizado passou a atuar nas investigações
Após surgir o terceiro caso de suposto sequestro de criança na Grande Cuiabá, a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Judiciária Civil passa a acompanhar as denúncias.
Uma equipe da GCCO foi, ontem, até à casa de uma morada do bairro Jardim União, em Várzea Grande, que teria acionado a Polícia Militar no domingo (16) devido a uma tentativa de rapto contra o filho dela.
A mulher contou que estava em frente a sua residência, na calçada com o filho de três anos quando uma desconhecida de pele e cabelos claros, aparentando ter entre 35 e 40 anos, passou pela rua onde mora dentro de um veículo Celta, preto, no banco do passageiro. O conduto seria um homem, também desconhecido.
O carro parou em frente da residência da mulher e do filho a desconhecida então desceu do veículo e foi em direção da criança. Assustada, a mãe puxou a criança e entrou na casa e poucos minutos a desconhecida voltou para o carro e foi embora. Mesmo com o relato aos policiais que fizeram buscas pela região sem encontrar suspeitos, não houve registro de Boletim de Ocorrências.
O delegado titular da GCCO, Diogo Santana Souza, informou que a equipe foi a casa da senhora que alegou estar muito abalada e por conta disso não se lembrava de detalhes do ocorrido. O delegado então intimou a mãe da criança para comparecer a delegacia para caso tenha condições proceda ao registro do B.O.
Diogo Souza lembra que é dever da polícia dar crédito a todas as ocorrências e investigar os boletins registrados. Destaca ainda que no decorrer da investigação se for verificado que não houve o crime denunciado, o comunicante pode responder a processo criminal.
“Os crimes cometidos são comunicação falsa de crime e falsidade ideológica. Mas a princípio damos credibilidade para o comunicador se lá na frente for verificado se tratar de uma mentira tomamos as medidas cabíveis”, reforça.
“Dos três casos que surgiram na mídia apenas um foi registrado o BO”, explica Souza.
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