Taques diz que vive escoltado há 12 anos porque prendeu Arcanjo
O governador relatou parte de sua atuação, enquanto procurador de Justiça, para a prisão do “comendador”, como era conhecido no Estado.
Questionado sobre a insegurança que a transferência, para a Penitenciária Central do Estado, do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro pode causar, o governador Pedro Taques (PSDB) lembrou que ele e a família vivem escoltados desde a prisão do homem que comandava o crime organizado em Mato Grosso.
"O Poder Judiciário é que decide se o retorno dele representa ou não perigo. A minha família e eu estamos com escolta policial há 12 anos, em razão disto”, declarou.
Aos jornalistas que questionaram o fato, durante a Caravana da Transformação, em Barra do Garças, o governador relatou parte de sua atuação, enquanto procurador de Justiça, para a prisão do “comendador”, como era conhecido no Estado.
“Contribuí muito, existiam muitos medrosos e omissos que não fizeram nada e infelizmente os processos do Arcanjo estão sendo julgados agora, depois de 12 anos ou mais. Arcanjo está preso desde 11 de abril de 2003. Eu fui ao Uruguai prender Arcanjo, enquanto muitos batiam continência para Arcanjo, tomavam benção de Arcanjo, nós prendemos Arcanjo".