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Sorriso: professora suspeita de maltratar crianças “está muito abalada”, diz advogado
Fellipe Manfrim diz que sua cliente nega as acusações e aposta em arquivamento do inquérito policial
A professora indiciada pela Polícia Civil, suspeita de maltratar crianças de um berçário público de Sorriso, nega as acusações. “Ela está muito abalada”, disse o advogado de defesa, Fellipe Manfrim, que aposta em um possível arquivamento do inquérito.
Com identidade preservada pela polícia, a professora não quis se pronunciar sobre as denúncias feitas à PJC por vários pais e estagiários ouvidos durante as investigações iniciadas no mês passado.
“Essas acusações pegaram ela de surpresa. Estamos trabalhando na defesa técnica dela. Acreditamos que o inquérito policial será arquivado, pois não existe prova concreta sobre os maus-tratos”, disse o advogado.
A professora alega que as denúncias são falsas e pretende, por meio de advogado, tomar as medidas cabíveis para apurar eventuais responsabilidades criminal, administrativa e cível em desfavor dos autores das acusações. “Ela não sabe por qual razão está sendo acusada dessa forma”, disse Manfrim.
Assim que ficou ciente da denúncia, a Secretaria de Educação de Sorriso abriu uma sindicância administrativa para apurar as acusações.
“Acredito que ainda é muito cedo. Mas ela será chamada a comparecer na Secretaria para prestar depoimento, conforme os procedimentos legais. Mas, quanto ao inquérito policial, acreditamos que ele será arquivado porque não existem provas concretas”.
Conforme o Portal Sorriso e a TV Sorriso noticiaram, ontem, com exclusividade, uma estagiária relatou à polícia, em detalhes, os supostos crimes de maus-tratos e agressões contra crianças atendidas no berçário – de 6 meses a 1 ano de idade.
Segundo a denunciante, a professora dava fortes tapas no bumbum das crianças quando elas demoravam para dormir. A estagiária disse ainda ter visto a professora enrolar uma fralda e empurrá-la na boca das crianças, além de deixar um dos bebês embaixo da torneira prestes a se afogar.
A professora supostamente falava, no berçário, diversas ameaças, como o desejo de “cortar as línguas das crianças”, segundos os denunciantes.
A servidora foi transferida, após o término das férias de julho, para outra unidade de ensino do município, cujo público-alvo não são bebês.
SAIBA MAIS:
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Confira AQUI a reportagem exibida no Cidade Alerta, programa da TV Sorriso (RecordTV).