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Sorriso: mulher diz ter sido vítima de golpe da casa popular e denuncia mais um suspeito
O número de casos tem sido crescente após as reiteradas queixas
Mais uma pessoa foi denunciada à Polícia Judiciária Civil (PJC) de Sorriso por supostamente aplicar o golpe da casa própria no residencial Mário Raiter. Após o primeiro registro na delegacia, mais pessoas têm criado a coragem de formalizar junto à autoridade policial que sofreu prejuízo. Segundo as vítimas, o esquema consistia em “facilitar a venda de casas”, apesar de elas serem oriundas do Minha Casa Minha Vida. O interessado deveria pagar entre R$ 7 mil e R$ 7,5 mil para garantir a “aquisição” da residência.
Um ano após sofrer o golpe, uma mulher, de 29 anos, foi à delegacia ontem para comunicar que em outubro de 2017 pagou R$ 7,5 mil à Francielli Galhardo, que alegou trabalhar na Prefeitura. A estelionatária argumentou que colocaria o nome da vítima na lista de contemplados.
Porém, tudo não passou de um golpe, já que o sorteio dos contemplados do Residencial Mário Raiter dispensava qualquer pagamento, visto que os imóveis pertencem ao programa social Minha Casa Minha Vida.
A jovem, de 29 anos, só foi à delegacia após ver que outras pessoas também denunciaram o crime à PJC. Além dela, uma mulher, de 24 anos, disse que pagou R$ 7 mil à Francielli por também acreditar que o seu nome entraria na lista para recebimento de uma casa popular.
Um homem, de 41 anos, também foi à delegacia para denunciar que foi vítima da golpista. Porém, teve um prejuízo maior, de R$ 15 mil. Ele disse que a mulher cobrou R$ 7,5 mil para lhe entregar uma casa, e o mesmo valor para que o filho dele também ganhasse outra.
Mas, desta vez, a Polícia pode ter ganhado uma nova pista. Isso porque a jovem de 29 anos também informou o nome de um suposto segundo membro do esquema. Segundo ela, Railanderson G.S foi quem a procurou para informar que Francielli a ajudaria a adquirir uma casa do Mário Raiter.
Os casos estão sendo apurados pela Polícia Civil.
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