Suspeito investigado por quatro crimes violentos em Sorriso é capturado escondido debaixo de cama
Mulher presa por tráfico alugava casa no Mário Raiter; Prefeitura pede formalização de denúncia
Casas do residencial não podem ser alugadas ou vendidas
Maricelia do Nascimento, de 35 anos, conhecida como Celia, que foi presa ontem (6) por tráfico de drogas, morava de aluguel em uma casa no Mário Raiter, em Sorriso. Porém, nenhum imóvel do residencial pode ser alugado ou vendido.
Procurada, a assessoria de comunicação da Prefeitura disse que o Banco do Brasil (BB) não recebe denúncia feita apenas pelo Executivo Municipal e, por isso, pede à população que formalize a queixa no Setor de Habitação ou por meio da ouvidoria.
Qualquer cidadão, mesmo que não resida no Mário Raiter, pode registrar a denúncia, até mesmo de maneira anônima. No Setor de Habitação, basta preencher um formulário das 7h às 12h. Caso o registro ocorra por meio da Ouvidoria, a reclamação deve ser feita pelo telefone 0800 646 0638 ou pela internet (clique aqui).
Ainda de acordo com a Prefeitura, em casos de venda ou aluguel, o Executivo acolhe a denúncia e a encaminha para o Banco do Brasil. “A retomada só pode ser realizada pelo Banco, que é o órgão financiador. E a denúncia precisa ser formalizada senão o banco não aceita”.
Questionada se há fiscalização para evitar que as casas do Mário Raiter sejam alugadas ou até vendidas, a Prefeitura disse que foram realizadas palestras e orientações para os usuários.
Porém, disse que não há como executar um controle total para identificar se os imóveis são alugados e que, por isso, depende de denúncias, já que o pagamento da parcela é feito diretamente no banco. “A Prefeitura atua só como mediador, passando cadastros aptos e avisando contemplados”, acrescentou.
Prisão
Maricelia do Nascimento residia de aluguel na rua 21 de Abril, na quadra 4, no residencial Mário Raiter. Conforme o Portal Sorriso noticiou, ela foi presa ontem pela Polícia Judiciária Civil (PJC) de Sorriso suspeita de tráfico de droga.
A mulher foi um dos alvos da Operação Repatriador deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Estado do Acre.
À polícia, segundo o delegado André Ribeiro, Maricelia negou que esteja envolvida com o tráfico de drogas e alega que veio a Sorriso para ficar perto do marido, que continua detido no Centro de Ressocialização (CRS).
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