Mosquitos serão analisados após morte de macaco por febre amarela
Representantes de 4 cidades definiram estratégias para monitoramento
Após a confirmação da morte de um macaco por febre amarela, 10 armadilhas foram colocadas no Assentamento Padre Josino, em São José do Povo, a 268 km de Cuiabá.
Segundo as autoridades locais, as armadilhas foram colocadas para tentar capturar o mosquito transmissor que será analisado em laboratório pra saber se está infectado com o vírus da febre amarela. Representantes de quatro municípios da região sudeste já definiram as estratégias de monitoramento da doença.
A fiscalização será intensificada para identificar e encaminhar para análise animais com suspeitas da doença. O histórico de vacinação dos moradores também deverá ser informado, além de verificar se há casos em humanos e orientar a população.
A Secretaria Estadual de Saúde encaminhou ao Ministério da Saúde um pedido de 40 mil doses da vacina. A expectativa é a resposta do Governo Federal saia no começo da semana que vem. Esse é o primeiro caso confirmado em exame laboratorial de febre amarela silvestre no estado.
Morte de macaco
A morte de um macaco por febre amarela foi confirmada na quarta-feira (26) após exames no Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT), em Cuiabá. Os três macacos foram encontrados mortos em uma região de mata há 40 dias. A doença não foi detectada por exames nos outros dois macacos mortos.