Mato Grosso fecha o mês de fevereiro com saldo positivo no emprego formal
Estado teve o sétimo melhor desempenho do país, com a abertura de 4.721 vagas de trabalho
O Mato Grosso fechou o mês de fevereiro com saldo positivo na geração de empregos no mercado formal, com 4.721 vagas de trabalho, uma variação de 0,71% em relação a janeiro. A maioria foi na Agropecuária, que contratou 2.029 trabalhadores a mais no mês. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (23).
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Mato Grosso - Comportamento do emprego segundo Setores de Atividade Econômica |
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Setores de Atividade Econômica |
Saldo de Fevereiro de 2018 |
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Variação Absoluta |
Variação Relativa (%) |
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Extrativa Mineral |
35 |
1,03 |
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Indústria de Transformação |
449 |
0,45 |
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Serviços Industriais de Utilidade Pública - SIUP |
-33 |
-0,44 |
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Construção Civil |
38 |
0,11 |
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Comércio |
492 |
0,27 |
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Serviços |
1.706 |
0,81 |
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Administração Pública |
5 |
0,12 |
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Agropecuária |
2.029 |
1,66 |
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Total |
4.721 |
0,71 |
Desempenho nacional
Fevereiro registrou a abertura de 61.188 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,16% em relação ao estoque de janeiro. É o melhor resultado para o mês desde 2015, decorrente de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (23).
“Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano”, avalia o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura.
Setores
Cinco dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. O principal deles foi o de Serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho, crescimento de 0,39% sobre o mês anterior. A Indústria de Transformação foi o segundo setor com melhores resultados (+17.363 postos), com um acréscimo de 0,24% sobre janeiro. O terceiro melhor resultado ficou com a Administração Pública (+9.553 postos), seguido de Serviços Industriais de Utilidade Pública (+629 postos) e Extrativa Mineral (+315 postos).
Apenas três setores apresentaram saldos negativos: Comércio (-25.247 postos), Agropecuária (-3.738 postos) e Construção Civil (-3.607 postos).
Regiões
Das cinco regiões, quatro apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sul, que teve acréscimo de 37.071 postos. O Sudeste teve aumento de 35.025 vagas formais, Centro-Oeste, com 14.407, e Norte, com 638. O desempenho negativo foi no Nordeste (-25.953 postos).
Entre as unidades da federação, 15 estados e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+30.040 vagas), Santa Catarina (16.344), Rio Grande do Sul (+13.024), Paraná (+7.703), Minas Gerais (+7.288) e Goiás (+5.137).
Os menores saldos de emprego ocorreram em Alagoas (-10.698), Pernambuco (-7.381), Rio Grande do Norte (-3.570), Paraíba (-2.758), Rio de Janeiro (-2.750) e Sergipe (-931).