Ari Lafin destaca legado de sua gestão e celebra realização do GAFFFF em Sorriso
Juiz teme fuga e nega devolver passaporte a empresário acusado de receber propina
Valdir Piran foi preso em 2016 durante a Operação Sodoma, acusado de receber R$ 10 milhões
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou devolver o passaporte do empresário Valdir Piran, acusado de participar de um esquema investigado pela Operação Sodoma. O pedido havia sido feito pela defesa dele. A decisão é assinada pelo juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da Sétima Vara Criminal, no dia 18 de julho e divulgada nesta quarta-feira (22).
Piran foi preso na terceira fase da Operação Sodoma, em 2016, por suspeita de desviar dinheiro público, segundo o Ministério Público Estadual (MPE). O empresário foi solto em outubro do mesmo ano, após pagamento de fiança.
Segundo a denúncia do órgão, ele teria recebido propina de R$ 10 milhões após a desapropriação de um imóvel, paga na gestão do ex-governador Silval Barbosa.
De acordo com a decisão, apesar da revogação da medida cautelar de monitoramento eletrônico, o juiz entende que a retenção do passaporte é uma medida que ainda vigora, que não foi dispensada quando outra decisão determinou a retirada do equipamento.
Dentre outras questões, o juiz considerou que as investigações continuam. Por este motivo, Piran ainda ocupa condição de acusado e uma viagem ao exterior seria inapropriada no momento.
O magistrado lembrou ainda que Piran possui cidadania italiana e tem condições financeiras de sair do país.
O G1 tentou contato por telefone com a defesa de Valdir Piran, mas até a publicação dessa reportagem não obteve resposta.
Dois bandidos invadiram uma casa e furtaram uma televisão, nesta tarde, no bairro Pinheiros 3, em Sorriso. O equipamento já foi recuperado pela Polícia Militar, mas os criminosos conseguiram fugir das prisões se embrenhado na mata.