“Foi um crime à sociedade sorrisense”, diz padre sobre imagens de santas quebradas
Duas imagens foram danificadas em apenas três dias em Sorriso
As imagens de Nossa Senhora do Sorriso (que fica em uma pequena capela, localizada na avenida Perimetral Sudeste) e de Santa Luzia (que estava em frente à paróquia, no bairro industrial) foram quebradas em apenas três dias. Para o padre Júnior, vigário paroquial da Paróquia São Pedro Apóstolo de Sorriso, as depredações foram “um ato de terrorismo à nossa fé”.
Em nota compartilhada em um aplicativo de conversas, o padre retratou os casos como crimes “sem precedentes e principalmente sem juízo. Um crime à nossa sociedade sorrisense! Principalmente no ano de Nossa Senhora!”.
O vigário conta que ficou muito triste ao saber que as imagens foram quebradas. A imagem de Nossa Senhora do Sorriso foi possivelmente empurrada e quebrada na parte da cabeça e dos braços. Já a estátua de Santa Luzia estava fixada em uma base e, ao que tudo indica, vândalos empurraram, a imagem caiu e a cabeça quebrou.
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“Estou muito triste e decepcionado por existirem pessoas que em vez de semear a paz, a bondade, o perdão, a fidelidade e a justiça, semeiam o terror, a injustiça, o medo e a insegurança. É como que se tivessem tirado um pedaço do nosso próprio coração! Ou perdido um pedaço do nosso corpo! Ou uma perda de um ente muito querido”.
A esperança do padre é que, nas palavras dele, a 'justiça divina seja feita'. “Se forem menores de idade sofrerão na pele pelo terrorismo realizado. Em si mesmos e pela sua família! Se forem maiores de idade que sejam condenados e afastados da sociedade! Pois, indivíduos que fazem isso jamais, jamais, jamais deverão viver numa sociedade”, ressaltou.
Para o religioso, os atos são frutos de uma inversão de valores. “Violenta, desrespeitosa e corrupta e sem valores cristãos e familiares! Que tenhamos logo o desfecho deste terrorismo! Que Nossa Senhora do Sorriso interceda a Deus pela nossa sociedade e as autoridades competentes tomem providências cabíveis e concretas neste desespero e medo que estamos vivendo atualmente”.
No final, o padre ainda comentou: “e quando forem presos, se os direitos humanos ou um advogado for defender, fica uma dica: leve pra casa e adote em vez de ficar defendendo delinquentes e terroristas”, finalizou.
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