Carlos Rocha é eleito presidente do TJ; Maria Helena será vice
Eleição no Judiciário não teve disputa, já que, para todos os cargos, havia apenas um candidato
O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha foi eleito presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o biênio 2019/2020.
A escolha foi feita na manhã desta quinta-feira (11), em sessão administrativa do Pleno do TJ.
Como o magistrado foi candidato único ao cargo devido a desistência do desembargador Juvenal Pereira da Silva, na semana passada, o Pleno, composto por 30 desembargadores, apenas homologou a candidatura de Rocha.
Para os demais cargos também não houve disputa, uma vez que o desembargador José Zuquim desistiu de tentar a Corregedoria Geral minutos antes da eleição.
Maria Helena Gargaglione Póvoas foi eleita vice-presidente, enquanto Luiz Ferreira da Silva será o corregedor geral da Justiça.
A atual diretora do TJ é composta pelo presidente Rui Ramos, pela vice-presidente Marilsen Addario e pela corregedora Maria Aparecida Ribeiro. A posse da nova diretoria acontece no dia 19 de dezembro.
Em breve discurso, após ser escolhido presidente do TJ, Rocha afirmou que fará o melhor pelo Judiciário.
"Prometo jamais decepcionar os colegas que confiaram em mim e também os advogados, juízes e servidores. Agradeço todo o apoio da minha família, há muito tempo que estamos lutando por isto. Deus escreve certo por linhas tortas. Este é o momento ideal para que eu estivesse neste cargo. Prometo que farei o melhor para todos", afirmou.
Já a vice-presidente eleita afirmou que irá atuar para melhorar a aplicação da Lei Maria a Penha.
"O TJ tem um trabalho que vem sendo muito bem feito por outras administrações. Nós estamos com a missão de reconectar todos os trabalhos, inclusive fazendo com que o PJE possa realmente ser compreendido por todos. Vamos enfrentar questões de mulheres que são vítimas de violência doméstica também. A Lei Maria da Penha precisa ser aparelhada para que possa funcionar. Ela está capenga, pois não se consegue dar efetividade", disse.
O novo corregedor-geral de Justiça destacou em seu discurso que assumir o cargo é um trabalho difícil.
"Se precisar de correções, faremos e esperamos que não tenhamos erros de juízes. Quero trabalhar para ajudar, melhorar", afirmou. Saiba mais.