'Angústia só aumenta', diz mulher de agrônomo que desapareceu após deixar sinais em lavoura
O sumiço de Éder Tadeu Costa, de 29 anos completou dois meses
O desaparecimento do agrônomo Éder Tadeu Maciel da Costa, de 29 anos, que sumiu após deixar ‘sinais’ em uma lavoura no município de Água Boa, a 736 km de Cuiabá, completa dois meses ontem (5).
Desde o último contato com a família até agora, a mulher dele, Letícia Mendes, diz que vive momentos de angústia. De acordo com a Polícia Civil, não há pistas sobre o desaparecimento de Éder.
Segundo ela, o último contato de Éder com a família foi feito por celular um dia antes do desaparecimento. “Nos falamos como de costume. Ele avisou que sairia para fazer um atendimento em uma fazenda da região”, disse.
Segundo a delegada Luciane Canaverde, que investiga o caso, não há nenhum indício sobre o paradeiro de Éder.
“Não descartamos nenhuma hipótese, mas não há vestígio de crime violento, o viram pedir carona voluntariamente em direção à cidade vizinha. Ouvi pessoas que estiveram com ele, funcionários da fazenda que ele adentrou com o carro e nada”, afirmou
Antes de desaparecer, ainda segundo a delegada, o agrônomo teria ingerido bebida alcoólica.
A família de Éder chegou a realizar buscas na região à procura dele, mas não tiveram êxito. Os familiares e amigos também foram ouvidos pela polícia.
Antes de sumir, Éder adentrou uma lavoura de milheto e deixou ‘sinais’ na plantação. O fato, segundo a delegada, despertou interesse na população que especula o motivo do desaparecimento. “São diversos boatos que circulam na região, desde que ele foi abduzido até que foi engolido por uma sucuri”, contou.