AL vai votar sobre prisão de Gilmar Fabris após publicação de acórdão do STF
Envio para o TRF1 ainda é uma incógnita
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a palavra final sobre a suspensão do mandato de parlamentares pelo Judiciário, em caso de prisão, depende de aval do plenário do Poder Legislativo, abre a possibilidade real de o deputado estadual Gilmar Frabris (PSD), vice-presidente da Assembleia, deixar o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC).
O entendimento da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso é de que a decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal contempla a situação de Gilmar Fabris, preso em 14 de setembro, na Operação Malebolge – 12ª Fase da Operação Ararath.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (PSB), afirmou que aguarda a publicação do acórdão do STF para decidir o encaminhamento do caso Fabris, para decisão do Plenário das Deliberações Renê Barbour. “Estamos aguardando a comunicação [do STF] para definir o encaminhamento correto. Temos agido com cautela e vamos continuar assim”, ponderou Botelho.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a palavra final sobre a suspensão do mandato de parlamentares pelo Judiciário, em caso de prisão, depende de aval do plenário do Poder Legislativo, abre a possibilidade real de o deputado estadual Gilmar Frabris (PSD), vice-presidente da Assembleia, deixar o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC). O entendimento da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso é de que a decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal contempla a situação de Gilmar Fabris, preso em 14 de setembro, na Operação Malebolge – 12ª Fase da Operação Ararath.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (PSB), afirmou que aguarda a publicação do acórdão do STF para decidir o encaminhamento do caso Fabris, para decisão do Plenário das Deliberações Renê Barbour. “Estamos aguardando a comunicação [do STF] para definir o encaminhamento correto. Temos agido com cautela e vamos continuar assim”, ponderou Botelho.