Aeroporto de Cuiabá adere movimento e para nesta sexta-feira
Segundo sindicato, até mesmo pousos e decolagens devem ser impactados
O Aeroporto Internacional Marechal Rondon em Cuiabá paralisa amanhã as atividades. O Sindicato Nacional dos Aeroviários confirmou que a categoria também vai aderir à paralisação nacional em protesto às reformas da Previdência e Trabalhistas. Segundo sindicato, até mesmo pousos e decolagens devem ser impactados.
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A assessoria de comunicação do Sindicato confirmou que assim como outros aeroportos espalhados pelo Brasil, os aeroviários vão cruzar os braços. A expectativa é de que a paralisação inicie logo nas primeiras horas do dia, sem previsão de horário para terminar. Desta forma, os funcionários não prestam os serviços.
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Os aeroviários são responsáveis pelos serviços de contato direto com usuário, como os que trabalham no setor de informações, no check-in das companhias aéreas, no embarque e desembarque de passageiros. Os profissionais ligados pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários decidiram aderir ao movimento, da categoria, só ficaram de fora São Paulo, Recife, Porto Alegre e Manaus.
Na página o Sindicato reforça que o dia tem potencial para entrar na história nacional. Nesta data, centrais sindicais se reúnem em uma greve geral para lutar contra a reforma previdenciária e trabalhista. “A primeira, adia a aposentadoria e diminui benefícios. A segunda tira direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, conquistados arduamente nas últimas décadas”, cita.
O sindicato reforça ainda que não poderia ficar de fora da luta e pede compreensão ao usuário.
“Nesta data, dirigentes sindicais organizam paralisações nos Aeroportos de suas bases, com início no turno da manhã, sem horário previsto para término. A paralisação atende todos profissionais do Brasil, esta não é uma reivindicação exclusiva da categoria aeroviária. A retirada dos direitos trabalhistas, além das barreiras criadas para conquista da aposentadoria, são pautas de interesse nacional e não podem ser deixadas de lado. Por isso, dirigentes sindicais pedem a compreensão do público usuário”, confirma.