Dados revelam que tarde "vazia" motivou novo horário na Prefeitura de Sorriso
Secretário de Estado esclarece informações sobre política para idosos após fala de vereadora
Governo do Estado diz que adesão foi feita, mas em formato distinto
O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso, Klebson Gomes Haagsma, esclareceu informações divulgadas pela vereadora Professora Silvana Perin, de Sorriso, sobre a adesão do município a programas estaduais voltados ao atendimento de idosos.
Durante sessão na Câmara Municipal, a vereadora afirmou que o município não teria aderido, na gestão passada, ao programa estadual de condomínios habitacionais para idosos, como o implantado em Jaciara. Em sua fala, a parlamentar declarou que “Sorriso disse que não precisava de um condomínio de idosos e não aderiu ao programa”.
Após a repercussão da declaração, o secretário Klebson Haagsma veio a público para esclarecer que a informação não procede. Segundo ele, a gestão anterior de Sorriso, comandada pelo ex-prefeito Ari Lafin, realizou sim a adesão à política estadual para idosos, porém em um formato diferente daquele citado pela vereadora.
“Não procede a fala de que Sorriso não fez adesão. O município aderiu ao ILPI, que é o Instituto de Longa Permanência para Idosos. São modalidades diferentes de atendimento”, afirmou o secretário.
De acordo com Klebson, enquanto Jaciara optou pelo modelo de casas em condomínio, Sorriso aderiu ao ILPI, que prevê a implantação de 52 leitos para acolhimento de idosos no município, com aporte financeiro do Governo do Estado e contrapartida da prefeitura (assista o vídeo).
O secretário explicou ainda que o processo do ILPI está atualmente sob responsabilidade da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), responsável pela elaboração do projeto arquitetônico. “O processo encontra-se na AMM. A Setasc aguarda o encaminhamento do projeto para dar sequência aos trâmites”, completou.
Klebson Haagsma reforçou que a política estadual para idosos foi devidamente pactuada com o município na gestão anterior e que a divergência está no modelo escolhido, e não na ausência de adesão ao programa.