Advogado pede teste toxicológico e retirada de arma de delegado
A manifestação foi apresentada na Corregedoria de Policial Civil
O advogado Rodrigo Pouso, que defende a família que reside em um condomínio de luxo, onde Bruno França Ferreira fez uma abordagem na última segunda-feira (28), pediu a realização de exame toxicológico e suspensão do porte de arma do delegado.
A manifestação, que foi apresentada na Corregedoria de Polícia Civil, ainda pede que o mérito de todas as condutas praticadas por ele na data do ocorrido sejam apuradas. Bruno França é lotado na delegacia de Sorriso.
Segundo consta no documento, a atitude do delegado foi “proibida, ilegal, com total abuso de autoridade, brutalidade, descontrole, despreparo profissional, e com agressividade extrema, cometendo os possíveis crimes, na seara penal, de abuso de autoridade, invasão de domicílio, exercício arbitrário das próprias razões, injúria, tortura psicológica, cárcere privado e associação criminosa, e com o rol de provas robustas e concretas nos autos, é motivo de justa penalidade de demissão”.
Na quinta-feira (1), a Corregedoria determinou o afastamento remunerado do policial por 60 dias, enquanto a sindicância é realizada.
Apesar do pedido do advogado, o delegado Bruno França informou que espontaneamente, na semana passada, já havia entregado a arma à Polícia Civil.
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