Júlio Campos aparece ao lado de piloto após pouso forçado de avião em MT
Voos são cancelados por falta de combustível no maior aeroporto de MT
Foram cancelados dois voos da Asta que seguiriam para Aripuanã e Confresa, no interior de Mato Grosso, e outro da Azul, com destino a Porto Velho.
Pelo menos três voos que partiriam do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, foram cancelados nesta terça-feira (29) por falta de combustível, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
Foram cancelados dois voos da Asta que seguiriam para Aripuanã e Confresa, no interior de Mato Grosso, e outro da Azul, com destino a Porto Velho.
Só estão decolando os aviões que já tinham abastecido em outros locais. Mas, se houver a necessidade de abastecer em Várzea Grande, não tem condições para a decolagem.
Ainda de acordo com a Infraero, 9 dos 54 aeroportos administrados pela estatal estão sem combustível nesta terça-feira.
A Infraero tenta viabilizar a chegada de combustível nos aeroportos administrados por ela. No Marechal Rondon, está faltando querosene para abastecer as aeronaves.
A passagem de veículos com cargas de combustível está sendo negociada com os caminhoneiros, que bloqueiam pelo menos 30 trechos das rodovias estaduais e federais em Mato Grosso. Esse é o 9º dia de manifestação para cobrar, inicialmente, a redução no preço do diesel e outras reivindicações.
Cargas escoltadas
Algumas cargas de combustível e de gás de cozinha estão passando pelos bloqueios dos caminhoneiros em Mato Grosso, sob escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Exército. As forças de segurança do estado também atuam nesse trabalho quando são reivindicadas pelos motoristas.
Com isso, alguns postos estão conseguindo cargas de combustível, mas, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo), o abastecimento regular não foi retomado no estado.
No entanto, nem todas as cargas estão passando, já que, segundo a PRF, os motoristas de alguns veículos aderiram ao movimento dos caminhoneiros e não solicitam apoio da polícia para cruzarem os pontos de bloqueio.