Suposto envolvido na morte de grávida é brutalmente morto pelo CV; vídeo
A morte dos suspeitos foi gravada e o vídeo circula no WhatsApp
Imagens chocantes que circulam nas redes sociais mostram uma execução bárbara do suposto suspeito de assassinar a grávida de sete meses, Viviane Silva, 18 anos, cujo o corpo foi encontrado na Ponte de Ferro, em Cuiabá, no último dia 18.
Supostamente a ordem para a execução da jovem teria partido de dentro da cadeia e, por isso, o Comando Vermelho revidou e matou os envolvidos. A morte dos suspeitos foi gravada e o vídeo circula em vários grupos de WhatsApp.
Nas imagens, extremamente fortes, dois homens têm as cabeças arrancadas. Um rapaz de camisa azul amarrada na cabeça, identificado na filmagem como João, usa um facão para cortar e decapitar as vítimas, que estão de joelhos e com os braços amarrados.
As cenas, que se assemelham com ataques do Estado Islâmico, foram gravadas em Cuiabá. E a todo o momento os envolvidos gritam que fazem parte do Comando Vermelho, facção criminosa liderada por Sandro Louco, em Mato Grosso. "Aqui é tudo 2, tudo 2", gritam e vibram os executores, fazendo menção à sigla CV.
Um homem denominado "João" recebe a ordem do rapaz que está filmando. "Vai João, vai João". Em seguida, o rapaz passa o facão no pescoço da vítima, que ainda viva chega a gemer de dor. Em seguida, ele retira a cabeça do corpo e coloca ao lado do corpo do mototaxista. Esta primeira vítima, antes de ser executada, é interrogada pelos membros da facção.
Ele é o mototaxista que supostamente teria levado Viviane até a Ponte de Ferro, onde ela encontrou com um rapaz por nome de Rubinho, que é o suspeito de matá-la.
O mototaxista, antes de ser morto, aparece amarrado e com o rosto inchado. Ele relata que não matou a jovem e que apenas a levou até a Ponte de Ferro (assista AQUI). No caminho, Viviane teria recebido um telefonema e falado com um homem chamado Zulu. "Eu não falei isso antes, com medo. Eu tinha medo de alguém me matar ou matar minha filha", diz o homem, antes de morrer.
A Polícia Civil informou que a DHPP e a Gerência de Combate ao Crime Organizado estão acompanhando este caso. A GCCO recebeu denúncia neste domingo (25) sobre possível sequestro do taxista de 38 anos, após a família receber o vídeo dele sendo torturado. Até o momento as instituições de Segurança Pública não foram acionadas para liberação de corpo. Os trabalhos estão sendo desenvolvidos pelas duas unidades da PJC.