Veterinária é curada de câncer irreversível após ser desenganada
Cintya havia sido mandada para casa pelos médicos para esperar a morte, mas não desistiu
A médica veterinária Cintya Castro de Abreu, 31 anos, foi diagnosticada em 2020 com câncer no estômago estágio 3. Os médicos chegaram a falar para ela ir para casa esperar a morte, pois já não encontravam formas de curá-la.
Antes de desistir, porém, um médico de São Paulo recomendou um novo tratamento, não oferecido pelo SUS e com custo alto. Lutando pelo bem-estar da filha, o pai dela, Cireno Baia de Abreu, criou uma vaquinha na internet para ajudá-la a pagar o tratamento.
Mas um ponto também determinante para a cura, segundo a jovem, foram as experiências que ela teve com Deus. E assim, ela saiu de um câncer considerado irreversível em 2020 à cura em 2022.
Descoberta da doença
Natural do Pará, em novembro de 2019 Cintya teve um desmaio e os exames imediatos apontaram anemia. Por conta do curso de veterinária e o marido ser de Nova Mutum, os planos dela já eram ir para Mato Grosso, pois acreditava que o estado tinha boas oportunidades de trabalho na área.
Em julho de 2020 ela fez outros exames e a anemia já estava controlada. A princípio, o câncer ainda não havia sido diagnosticado. Assim que ela se formou, o casal de mudou para Mato Grosso.
Já em Nova Mutum, porém, ela fez outros exames em um Posto de Saúde e a anemia havia voltado. O médico, então, pediu mais exames, que precisavam ser feitos em Cuiabá, visto que a cidade do interior não tinha recursos para a realização.
No dia 14 de dezembro de 2020, exames apontaram que Cintya estava com câncer e ela foi encaminhada para o Instituto de Tumores de Cuiaba (ITC), onde ela foi diagnosticada com câncer no estômago grau 3.
Imediatamente os médicos já colocaram um cateter na jovem e no dia 4 de janeiro de 2021 ela começou a fazer sessões de quimioterapia.
Quando Cintya completou oito ciclos de quimioterapia, os médicos gostariam de fazer uma cirurgia no estômago dela, porém, para realizá-la, ela precisava ganhar peso. Como ela estava muito debilitada, a cirurgia não foi realizada.
Em julho de 2021 a jovem precisou passar por um novo protocolo de quimioterapia. Devido à agressividade do tratamento, ela teve outro desmaio.
Diante do estado de saúde da jovem, os médicos de Cuiabá decidiram que o tratamento com quimioterapia já não era mais viável e já não havia nada a ser feito. Eles, então, resolveram mandá-la para casa para esperar a morte. Leia a matéria completa aqui.