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Fisioterapeuta, ex-músico da banda Strauss morre de covid
Ele também era servidor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso
O fisioterapeuta e ex-tecladista da banda Strauss, Jaime Figueiredo, morreu vítima da covid-19 na quarta-feira (11). Ele estava internado desde meados de julho. Ele também era servidor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Amigos e familiares do servidor da saúde estavam em corrente de oração e pedindo boas energias para a recuperação do homem, membro da banda de rock nos anos 1990. “A Família Strauss e todo o rock cuiabano acabam de perder um cara muito importante, super talentoso e peça fundamental em diversas bandas com Linhas de Montagem Tribus da Capital e principalmente Strauss. Vai com Deus Jaime Figueiredo.
Você é um cara muito especial, um querido amigo e grande parceiro. Que Deus nos alivie da dor de sua perda”, diz mensagem publicada na página da banda em rede social.
Em seu perfil, a irmã do fisioterapeuta lamentou o falecimento e criticou a vacina. Defensora do presidente Jair Bolsonaro, a mulher afirma que a vacina não protege. Pois o irmão tomou o imunizante e mesmo assim não resistiu.
“Era impossível, para mim, imaginar um mundo sem você meu maninho . E até agora, quando a sua ausência é tão real que cavou um buraco no meu coração, ainda é difícil aceitar que não há mais você. O seu eco está por toda parte; sua lembrança vive em cada coisa que me faz sorrir. Você se foi, meu irmão, meu parceiro, mas você sempre estará aqui comigo, sendo parte eterna do meu ser. Médico Fisioterapeuta, tomou a vacina contra a Covid-19 (que para mim não protege nada)”, escreveu Lene Arcanjo Figueiredo.
Não foi informado sobre sepultamento da vítima.
Eficácia da vacina
Desde quem a vacinação começou o número de mortes passou a cair devido a proteção que o imunizante oferece. Ele não impede que a pessoa pegue a doença, mas evita que ela evolua para um quadro mais grave. Contudo, nenhum imunizante protege 100% e, apesar de raros, é possível o óbito mesmo vacinado.
Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil uma a cada 25 mil pessoas que tomam as duas doses da vacina morre.