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Copa América terá testes 48h antes dos jogos e controle nos hotéis
Dentre as exigências está a realização de testes PCR a cada 48 horas
Na contagem regressiva para 47ª edição da Copa América, os órgãos competentes já começam a movimentar todo esquema de preparação e segurança para a realização do evento esportivo. Ó ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, divulgou os protocolos de segurança sanitária da competição. Como havia sido divulgado anteriormente, o ministro também afirmou que as partidas realizadas nas cidades-sede Cuiabá Brasília, Goiânia e Rio de Janeiro não haverá a presença de público.
Dentre as exigências estão a realização de testes PCR a cada 48 horas, controle nos hotéis, voos fretados na locomoção, higienização de transportes antes e depois do uso e isolamento dos ambientes de treinos e refeições.
O chefe da pasta também lembrou que existem várias competições esportivas em andamento no país e que não há nenhum tipo de obstáculo que impeça a realização do torneio sul-americano se todos os protocolos forem seguidos adequadamente. "Estaremos num ambiente sanitário controlado e monitorado pelas autoridades de estados e municípios", destacou.
Em Cuiabá, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) será responsável pela segurança das delegações da Bolívia, Chile, Equador, Uruguai e Argentina. Já a arbitragem e as áreas externas da Arena Pantanal, ficará a cargo das polícias estaduais.
Queiroga afirmou que não fará questão de um esquema exclusivo para vacinação dos atletas. “Se vacinar os atletas nesse momento, eles não teriam a imunidade no momento do campeonato”, explicou. “Não é uma imposição a questão da vacina. Os que estiverem vacinados, melhor, mas não se fará um esforço para vaciná-los agora porque a vacina poderia dar uma reação que poderia inviabilizar a participação.”
Mudanças de sedes
Inicialmente, o torneio sul-americano iria ser dispultado em dois países. A forte crise política na Colômbia fez com que o país deixasse de ser uma das sedes após inúmeros protestos contra o presidente Ivan Duque. Já a Argentina abriu mão de sediar a Copa por conta do agravamento da segunda onda da covid-19.