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Prefeitura orienta sorrisenses a não alimentarem animais em reservas ecológicas da cidade
Pedido é para que visitantes de áreas verdes e do Parque Ecológico respeitem as placas e não alimente os animais
Em dezembro a Vigilância Epidemiológica do Município registrou o caso de uma criança mordida por um macaco no Parque Ecológico ao alimentar um macaco; já em janeiro a situação se repetiu na Área Verde Central com um adolescente que foi mordido também ao alimentar um macaco.
O secretário de Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Samatec), Marcelo Lincoln, pontua que regularmente a equipe tem orientado para o perigo de alimentar os animais. “Há placas em todos os espaços solicitando que a população não alimente os animais; pedimos que a população observe esses pedidos e não alimente para proteção do animal e proteção própria”, frisa.
Lincoln explica que nas duas situações foi necessária a aplicação de soro antirrábico, dado o fato de que o macaco pode transmitir zoonoses - doenças infecciosas transmitidas entre animais e pessoas. “Há um baixo estoque de soro antiofídico no Município; estamos há tempos alertando sobre isso também e pedindo que a população também evite áreas com possíveis ataques de animais peçonhentos”, ressalta.
Conforme o secretário, o pedido para que a população não alimente nenhum animal se estende para todas as espécies presentes no Parque Ecológico e em áreas verdes, quer seja macaco, pássaros, tartarugas, patos e também os peixes. “Pedimos que quem costuma visitar esses locais observe as placas e sob hipótese alguma alimente os animais para proteção própria e de toas as espécies que temos presente nesses espaços”, reforça.